Granja JulietaHospital Agendar
Corpo clínico

O conselho médico é o ativo que não se copia.

Um concorrente consegue alugar um prédio, comprar um tomógrafo e imitar uma marca. O que ele não consegue é convencer os melhores de cada área a assinar embaixo do mesmo protocolo.

As especialidades

Dez especialidades que cobrem 91 condições e o centro cirúrgico.

O atendimento é organizado por especialidade, e cada uma responde pelas condições da sua área dentro da base do hospital. Quem responde por uma especialidade responde pelo protocolo dela — e pelo que sai do centro de especialização sobre aquele assunto.

Estas dez são as linhas de atendimento. As cadeiras são outra coisa: são os assentos do conselho, e delas há quarenta e duas.

Neurologia

14 condições da base

especialista a definir

Psiquiatria

14 condições da base

especialista a definir

Medicina da Dor

17 condições da base

especialista a definir

Reumatologia e Autoimunidade

12 condições da base

especialista a definir

Gastroenterologia

8 condições da base

especialista a definir

Medicina do Sono

7 condições da base

especialista a definir

Clínica Médica e Especialidades

19 condições da base

especialista a definir

Cirurgia Geral e Anestesiologia

Centro Cirúrgico

especialista a definir

Oncologia e Cuidados Paliativos

Ala Canabinoide

especialista a definir

Medicina Canabinoide

91 condições da base

especialista a definir

O conselho

Quem decide para onde o modelo cresce.

Uma cadeira no conselho não é um cargo honorário nem um selo no site. É voto sobre onde o hospital abre a próxima área, que patologia entra na base, e o que o método aceita como evidência. Quem senta ali responde pela autoridade da casa na sua especialidade.

42 cadeiras: 35 clínicas e 7 de expansãoQuarenta e duas cadeiras: trinta e cinco clínicas — trinta e uma cobrindo as 91 condições por área, mais quatro transversais — e sete de expansão, para as funções que fazem o modelo chegar a outro estado.

Como as 35 se distribuem

  • Especializada19 condições

    6 cadeiras

  • Dor17 condições

    6 cadeiras

  • Neurológica14 condições

    5 cadeiras

  • Psiquiátrica14 condições

    5 cadeiras

  • Autoimune12 condições

    4 cadeiras

  • Digestiva8 condições

    3 cadeiras

  • Sono7 condições

    2 cadeiras

  • Centro cirúrgicotransversal

    Responde pela cabeça e pescoço e pelo que mais se opera aqui.

  • Ala canabinoidetransversal

    Responde pelo 6º andar e pelo protocolo hospitalar de THC.

  • Telemedicina e triagemtransversal

    Responde pelas três portas de acesso e pela classificação de risco.

  • Ensino e pesquisatransversal

    Responde pelas trilhas, pelo workshop cirúrgico e pela agenda de pesquisa.

Cota é retorno. Cadeira é voto.São duas coisas separadas, e a separação é deliberada. A cota dá participação no resultado: quem entra com o dobro ganha o dobro. A cadeira dá voz no conselho: uma cadeira, um voto, independente de quantas cotas ela carrega. Se o voto fosse proporcional ao capital, quem tem mais dinheiro decidiria que patologia entra na base clínica — e o conselho deixaria de ser médico. Separar as duas coisas é o que protege a autoridade clínica da casa. O conselho decide direção; o capital recebe resultado; e as duas coisas não se encontram na hora de votar.
A única condiçãoQuem senta no conselho se compromete com uma coisa só, e ela não é financeira: tratar as 91 condições mapeadas, e as novas conforme a demanda aparecer. Não é consenso sobre opinião — é consenso sobre escopo. Quem não quiser atender a lista inteira não precisa de cadeira para trabalhar aqui.

O que uma cadeira decide

Expansão por área

Qual especialidade o hospital abre, em que ordem, e com que corpo clínico mínimo.

Entrada de patologia na base

O que passa a constar das condições atendidas, e com que nível de evidência declarado.

O que o método aceita

Que fonte vale, que estudo entra, e quando uma condição sobe ou desce de nível de evidência.

Replicação em outra praça

Onde a operação se repete e sob que padrão — o modelo é replicável porque o que se replica é o protocolo, não o imóvel.

Admissão no próprio conselho

Quem entra nas cadeiras seguintes. Conselho que não escolhe os próprios pares não é conselho.

Quem procuramosProfissional que se identifique com o método — evidência declarada, conduta antes de desfecho, e o que não se sabe dito em voz alta — e que queira levar isso a outro estado. Não é investidor que procura ativo de saúde: é médico que quer decidir como a especialidade dele cresce aqui.
As outras sete

Sete cadeiras para o que a medicina sozinha não resolve.

Um conselho que decide expansão precisa de quem sabe expandir. Abrir operação em outro estado é problema jurídico, administrativo e financeiro tanto quanto clínico — e médico nenhum é formado para resolver os três. Estas cadeiras existem para isso, e para abrir espaço a quem acreditou na evolução da medicina antes de ela estar pronta.

  • Jurídico e regulatório

    ANVISA, CFM e LGPD. Quem lê a norma antes de ela virar problema.

  • Administração hospitalar

    Operação, leito, custo e a engrenagem que faz um hospital funcionar.

  • Economia e finanças

    Estrutura de capital, precificação e o que sustenta a expansão sem quebrar a operação.

  • Expansão e novas praças

    Onde o modelo se repete, com que sócio local e sob que padrão.

  • Tecnologia e dados

    Prontuário, integridade do registro, IA de apoio e a arquitetura que o paciente carrega.

  • Ensino e credenciamento

    Trilhas, workshop cirúrgico e o caminho até certificação reconhecida.

  • Relações institucionais

    SUS, convênios, associações de pacientes e o poder público.

Quem vota o quêAs duas câmaras decidem juntas o rumo da casa, mas não decidem as mesmas coisas. Escopo clínico — que patologia entra, que evidência vale, que conduta a casa aceita — é voto exclusivo das cadeiras clínicas. Estrutura, capital e nova praça vão a voto conjunto, e ali as clínicas são 35 de 42.
  • Escopo clínico e critério de evidência: votam apenas as 35 cadeiras clínicas.
  • Estrutura, capital, nova praça e admissão ao conselho: voto conjunto das 42.
  • Uma cadeira, um voto — em qualquer matéria, e independente de quantas cotas ela carrega.
  • Destituição de cadeira do conselho executivo: maioria simples da assembleia, a qualquer tempo.
  • Em voto conjunto as cadeiras clínicas são 35 de 42: maioria confortável, não simbólica.
Governança

Quarenta e duas decidem o rumo. Onze conduzem o mês.

Quarenta e duas cadeiras são donas do rumo. Onze conduzem o dia a dia. Sem essa separação, toda decisão vira reunião de quarenta e duas pessoas — e reunião de quarenta e duas pessoas não decide, adia.

Assembleia — as 42 cadeiras

Reúne a cada trimestre. Aprova contas, elege o conselho executivo, vota nova praça, capital e admissão de cadeira — e pode destituir qualquer cadeira do executivo a qualquer momento, por maioria simples, sem esperar eleição.

Conselho executivo — 11 cadeiras

Reúne por mês. Conduz o que não pode esperar noventa dias: escala, protocolo, credenciamento, obra, contrato e a agenda cirúrgica. Presta contas à assembleia no trimestre seguinte.

Como as 11 se formam
  • 1 diretor clínico — Cadeira permanente, não eleita pelo conselho.
  • 8 cadeiras clínicas — Eleitas pela assembleia entre as 35 clínicas.
  • 2 cadeiras de expansão — Eleitas pela assembleia entre as 7 de expansão.
Nove das onze são clínicas — a mesma proporção da assembleia, onde as clínicas são trinta e cinco de quarenta e duas. Onze cadeiras, número ímpar: votação não empata.
Dois anos, renovando metade por anoAs dez cadeiras eleitas têm mandato de dois anos, e cinco vencem a cada ano — quatro clínicas e uma de expansão. Assim o conselho nunca troca inteiro: metade sempre já está há um ano na mesa, e metade sempre é nova.10 eleitas ÷ 2 anos = 5 por ano · 8 clínicas em 4+4 · 2 de expansão em 1+1
Quem atende

Não é preciso ter cadeira para atender aqui.

O corpo clínico que atende é maior que o conselho e não tem número fechado: médicos de teleconsulta em todo o Brasil, profissionais de saúde na triagem, e especialistas de outros países na segunda leitura. Nenhum deles precisa de cota para atender aqui, e nenhuma cota compra prioridade de agenda.

Teleconsulta

Médicos com CRM ativo, de qualquer estado, atendendo pela plataforma.

Triagem

Profissionais de saúde que conduzem a primeira escuta e a classificação de risco.

Segunda leitura internacional

Especialistas de fora, que discutem o caso com a equipe daqui. A leitura deles não é laudo: quem assina a conduta é o médico com registro no país do paciente.

Conflito de interesse

Participação no hospital não compra decisão clínica.

Um médico com cadeira no conselho pode ter participação na sociedade proprietária do andar e do centro cirúrgico. Essa participação remunera o imóvel e o equipamento — nunca o encaminhamento e nunca a conduta. São coisas separadas, e a casa mantém a separação por escrito.

As quatro separações
  • Conselheiro com participação não recebe por paciente encaminhado, e nenhuma remuneração da casa é vinculada a volume de encaminhamento. Sociedade em hospital é lícita; comissão por indicação não é — Código de Ética Médica, arts. 68 e 69.
  • Cadeira no conselho não dá prioridade de agenda, preferência de leito nem influência sobre conduta de caso individual. O conselho decide direção; o médico assistente decide o paciente dele.
  • A participação é numa sociedade proprietária do andar e do centro cirúrgico, que o aluga ao hospital. O alvará sanitário é intransferível e continua com o hospital — quem compra andar não compra o direito de operar.
  • Nenhum conselheiro é publicado com nome antes de autorização por escrito, CRM e RQE quando houver — a mesma regra do corpo clínico.
Transparência

Por que ainda não há nomes nesta página.

Porque médico é pessoa real, com CRM real, e cada nome publicado aqui precisa da autorização por escrito de quem o carrega. Enquanto as cadeiras estão sendo compostas, esta página mostra a estrutura do conselho — não pessoas.

O compromisso Quando um nome aparecer aqui, virá com especialidade, CRM e registro de qualificação quando houver. Site de hospital com "equipe de especialistas" genérica e foto de banco de imagens é exatamente o que estamos escolhendo não ser.
Para quem se junta

O que a casa oferece a um médico.

Estrutura completa

Consultório, exames, centro cirúrgico e internação no mesmo prédio. Você acompanha o seu paciente do diagnóstico à alta sem transferi-lo para outra instituição.

Base clínica viva

Noventa e uma condições com protocolo, mecanismo e desfecho registrado. No painel médico, com as referências — inclusive o que não publicamos ao público.

Triagem que devolve tempo

A cabine de IA entrega o paciente com sinais vitais e anamnese organizados. A consulta começa na pergunta clínica, não no cadastro.

Uma ala que não existe em outro lugar

O 6º andar permite conduzir casos que, fora daqui, ficariam sem alternativa terapêutica.

Sala de aula

Quem ocupa cadeira no conselho ensina no centro de especialização — e leva o próprio nome junto com o método.

Rede

A IA da Xperienc conecta o caso a médicos no Brasil e fora dele quando a condição pede uma segunda cabeça.