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Centro de Especialização Profissional · Térreo

Um hospital que guarda o método é um bom negócio. Um que ensina vira referência.

Na sala de treinamentos do térreo, o corpo clínico ensina o que aprendeu. Não só cannabis: medicina canabinoide, protocolo hospitalar, novas medicinas, inteligência artificial aplicada à clínica e o regulatório que mudou em 2026.

Por que existe

O gargalo do Brasil não é a norma. É quem sabe prescrever.

O país acaba de ganhar um marco regulatório que permite cultivar, fabricar, importar e tratar. O que ele não tem é uma geração de médicos formada para usar isso com segurança — e nenhuma resolução da ANVISA resolve esse problema. Sala de aula resolve.

Ninguém entra aqui sem diploma. Quem senta nesta sala já é médico, dentista, enfermeiro, farmacêutico ou psicólogo, com registro ativo no conselho da sua área — e vem buscar a especialização que a graduação dele não deu. O formato é de MBA e curso livre: carga concentrada, caso real ao lado, corpo clínico assinando.

Não formamos entusiastas. Formamos profissionais que sabem quando indicar, quando recusar, como titular, o que documentar e onde estão os limites — inclusive os legais.

O ponto de conversão

O ponto de conversão.

Nove em cada dez profissionais de saúde terminaram a graduação sem uma aula sobre canabinoides. O médico pode prescrever desde 2019, mas ninguém lhe ensinou qual razão CBD:THC indicar, em que dose começar, de quanto em quanto tempo subir, o que fazer quando o paciente refere tontura no terceiro dia, nem como isso conversa com o anticoagulante que ele já toma. Diante disso, a maioria escolhe não prescrever — que é a decisão prudente de quem foi deixado sem base.

Damos a base: farmacologia do sistema endocanabinoide, protocolo escrito por condição, titulação acompanhada, interações medicamentosas e o registro que sustenta a conduta se ela for questionada. Com caso real ao lado, corpo clínico assinando e um hospital atrás.

Médicos

De qualquer especialidade. A indicação nasce do diagnóstico da área — o neurologista continua neurologista, com uma ferramenta a mais.

Dentistas

Dor orofacial, disfunção temporomandibular, bruxismo e mucosite pós-radioterapia estão na base clínica e fora de praticamente todo currículo de odontologia.

Enfermagem

Quem administra, observa a reação e registra. Sem esse registro não existe titulação, e sem titulação o tratamento vira tentativa.

Farmacêuticos

Dispensação, interação medicamentosa e o que a RDC 1.015/2026 mudou na manipulação magistral a partir de maio.

Psicólogos e terapeutas

Acompanham o paciente nas semanas entre uma consulta e outra, que é quando o tratamento se firma ou se perde.

Trilhas

Cinco trilhas, um corpo docente.

Médicos prescritores

Medicina Canabinoide Clínica

Sistema endocanabinoide, titulação de dose, interações, escolha de razão CBD:THC, manejo de efeito adverso, documentação da prescrição.

Base: 91 protocolos da base clínica Xperienc

Médicos e equipe da ala

Protocolo Hospitalar de THC

As indicações em que o THC é insubstituível, administração supervisionada, vias que exigem ambiente hospitalar, registro de desfecho.

Base: hospitalProtocols — 5 indicações de referência

Corpo clínico e convidados

Novas Medicinas

Terapias emergentes fora do eixo canabinoide: medicina de precisão, terapias integrativas com evidência, manejo de dor não farmacológico, longevidade.

Base: conselho médico do hospital

Médicos e enfermagem

IA na Prática Clínica

Como ler a triagem da cabine, o que a IA acerta e onde ela erra, teleconsulta com dado estruturado, responsabilidade e limites.

Base: cabines Xperienc

Médicos, gestores e associações

Regulatório Aplicado

O novo marco: RDC 1.013, 1.014 e 1.015 de 2026. O que mudou, o que a associação pode e não pode, como documentar.

Base: marco regulatório vigente desde 04/05/2026

Formato

Presencial, transmitido e à beira do leito.

Presencial na sala de treinamentos

Transmissão para médicos de outras praças

Preceptoria na ala (observação assistida)

Workshop cirúrgico

A sala cirúrgica também ensina no fim de semana.

A plataforma robótica torna o campo cirúrgico uma imagem digital — e imagem sai da sala sem que ninguém entre. É o que permite ensinar sem quebrar a assepsia e sem colocar mais um desconhecido diante do paciente. Um console custa caro uma vez; um cirurgião mal formado custa caro em todas as cirurgias que fizer.

Fim de semana, com transmissão do campo em alta definição, discussão de caso e preceptoria.

50vagas presenciais
200a distância, com o campo transmitido
fim de semanasem ocupar leito nem a agenda de cirurgia
Onde isto para
  • Quem participa do curso assiste e discute — não opera. O paciente na mesa é paciente, não material didático.
  • Nenhuma imagem de paciente é transmitida, gravada ou usada em ensino sem consentimento informado, específico e por escrito. O paciente pode recusar, e a recusa não muda nada no atendimento dele.
  • Carga horária e credenciamento seguem em definição. Nenhuma turma é anunciada como certificada antes de o credenciamento estar concluído.
Turmas

Calendário.